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    Destrua alguns muros

    Estudo Bíblico sobre: "Destrua alguns muros"
    Destrua alguns muros
    A cruz de Cristo cria um povo novo, um povo sem restrições de cor de pele ou contenda familiar. Uma cidadania nova baseada, não em geografia ou ancestrais comuns, mas em um Salvador comum.
    Meu amigo Buckner Fanning experimentou isso em primeira mão. Ele era um fuzileiro naval na Segunda Guerra Mundial em Nagasaki três semanas após o lançamento da bomba atômica. Você consegue imaginar um jovem soldado americano no meio dos escombros e destroços da cidade demolida? Vítimas queimadas pela radiação vagando pelas ruas. Despejamento de precipitação atômica sobre a cidade. Corpos queimados em um caixão preto. Sobreviventes arrastando-se pelas ruas, procurando por famíla, comida e esperança. O soldado vitorioso sem sentir vitória mas aflição por causa do sofrimento a sua volta.
    Ao invés de raiva e vingança, Buckner encontrou um oásis de graça. Enquanto patrulhava as ruas estreitas, ele se deparou com uma placa que tinha uma frase em inglês: Igreja Metodista. Ele anotou o endereço e decidiu voltar no domingo seguinte de manhã.
    Quando voltou, ele entrou em um prédio parcialmente desmoronado. Janelas, estilhaçadas. muros, deformados. O jovem fuzileiro naval atravessou os escombros, sem saber como seria recebido. Por volta de quinze japoneses estavam arrumando as cadeiras e removendo os entulhos. Quando o americano uniformizado entrou no meio deles, eles pararam e se viraram.
    Ele só sabia uma palavra em japonês. Ele a ouviu. Irmão. “Eles me receberam como um amigo”, Buckner relata, a força do momento ainda ressoa mais de sessenta anos depois dos eventos. Eles lhe ofereceram um assento. Ele abriu sua Bíblia e, sem entender o sermão, sentou e observou. Durante a comunhão os adoradores levaram os elementos a ele. Naquele momento tranquilo a inimizade de suas nações e a dor da guerra foram colocadas de lado enquanto um cristão servia a outro o corpo e o sangue de Cristo.
    Outro muro caiu.
    Quais os muros que estão no seu mundo?
    Brian Overcast está derrubando muros em Morelia, México. Como diretor do centro NOÉ (Novas Oportunidades na Educação), Brian e sua equipe tratam o problema da imigração ilegal com uma abordagem única. Os membros do grupo me contaram recentemente, “Os mexicanos não querem cruzar a fronteira. Se eles pudessem ficar em casa, eles ficariam. Mas eles não podem porque não conseguem empregos. Então ensinamos inglês a eles. Com conhecimentos de inglês eles podem ser aceitos em uma das universidades de baixo custo do México e encontrar uma carreira em casa. Outras pessoas veem imigrantes ilegais; nós vemos oportunidades”.
    Outro muro derrubado.
    Nós não podemos viver nossas vidas se não conseguimos ir além dos nossos preconceitos. Quem são os seus samaritanos? Eunucos etíopes? De quem você foi ensinado a desconfiar e evitar?
    É hora de eliminar alguns tijolos.
    Bem-vindo ao dia que Deus o leva à sua Samaria – não tão distante em quilômetros, mas diferente em estilos, gostos, linguagens e tradições.
    E se você encontrar um eunuco etíope, tão diferente mas também tão sincero, não recuse essa pessoa. Não deixe que classe, raça, sexo, opinião política, geografia ou cultura obstrua o trabalho de Deus.
    “Portanto, aceitem-se uns aos outros, da mesma forma que Cristo os aceitou, a fim de que vocês glorifiquem a Deus” (Romanos 15:7).
    Senhor, de quantas maneiras o meu coração tolo faz distinções erradas entre o seu povo? Revele-as a mim. Quantas vezes eu julgo alguém como indigno do senhor pela maneira como eu trato ele ou ela? Repreenda-me em seu amor. Onde eu posso destruir alguns muros ou eliminar uma barreira que mantém seus filhos separados uns dos outros? Dê-me algumas dinamites e habilidade e coragem para usá-las para a sua glória. O que eu posso fazer em minha esfera ou influência para levar o amor de Cristo a alguém que possa sentir-se banido ou afastado do senhor? Forneça-me discernimento divino e abençoe-me com a determinação de ser suas mãos e seus pés. Que eu possa ser uma ponte e não um muro. Em nome de Jesus eu oro, amém.
    Fonte: Site do Pastor

    “Venham comigo para um lugar deserto e descansem um pouco”

    Estudo Bíblico sobre: "Venham comigo para um lugar deserto e descansem um pouco”
    “Venham comigo para um lugar deserto e descansem um pouco”
    Marcos 6:31
    Ernie Johnson Jr. conhece beisebol. Seu pai narrou os jogos da liga principal por três décadas, acompanhando o Braves de Milwaukee a Atlanta. Nos vinte e cinco anos desde que Ernie herdou o microfone, ele cobriu seis esportes em três continentes, narrando jogos explosivos e de roer as unhas, entrevistando os que perderam e os que venceram no último segundo.
    Mas um jogo se sobressai de todos os outros. Não por causa de quem jogou, mas por causa de quem deixou de jogar. Ernie tinha nove anos e era um jogador da liga infantil, jogando zelosamente como interbases. Um batedor adversário acertou uma dupla por regra que passou por cima da cerca. Dois defensores externos pularam a cerca para recuperar a bola para que o jogo pudesse continuar. (Aparentemente a liga operava com um orçamento apertado).
    Os dois times os esperaram voltar. Eles esperaram… e esperaram… mas ninguém apareceu. Os treinadores preocupados finalmente correram para fora do campo e escalaram a cerca. Os jogadores curiosos, inclindo o Ernie, os seguiram. Eles encontraram a dupla desaparecida a apenas alguns metros da cerca, com as luvas caídas no chão, a bola encontrada a seus pés, amoras e sorrisos em seus rostos.
    Os dois jogadores se afastaram do jogo.
    Quanto tempo faz que você fez o mesmo? Nós precisamos de recalibrações regularmente. Além disso, quem não poderia aproveitar algumas amoras? Mas quem tem tempo para colhê-las? Você tem transporte para pegar; negócios para conduzir; vendas para fechar; máquinas, organizações e orçamentos para administrar. Você tem que correr.
    Jesus entende. Ele conheceu a agitação da vida. As pessoas enchiam o seu calendário com pedidos. Mas ele também sabia como se afastar do jogo.
    Depois de resistir à tentação do diabo no deserto e da dura rejeição de sua cidade natal, Jesus viajou para Cafarnaum, onde os cidadãos lhe deram uma recepção calorosa.
    “Todos ficavam maravilhados com o seu ensino” (Lucas 4:32).
    “E as notícias a respeito de Jesus se espalharam por toda aquela região” (versículo 37 NTLH).
    “Depois de anoitecer, todos os que tinham amigos enfermos, com várias doenças, os levaram a Jesus. Ele pôs as suas mãos sobre cada um deles e os curou” (versículo 40 NTLH).
    Cristo poderia querer mais? Multidões encantadas, crentes recém-curados e milhares que irão para onde ele conduzir. Então Jesus…
    Preparou um movimento?
    Organizou uma equipe de comando?
    Mobilizou uma sociedade de ação política?
    Não. Ele dispensou os especialistas em relações públicas colocando a multidão no espelho retrovisor e mergulhando em uma vida na selva, um abrigo escondido, um edifício vazio, um lugar deserto.
    O versículo 42 identifica o motivo: “as multidões… insistiram que não as deixasse”.
    Mais de uma vez ele exerceu controle sobre a multidão. “Jesus viu a multidão em volta dele e mandou os discípulos irem para o lado leste do lago” (Mateus 8:18 NTLH).
    Quando a multidão zombou do seu poder de ressuscitar uma menina, ele expulsou as pessoas do local. “Logo que a multidão saiu, Jesus entrou no quarto em que a menina estava, pegou-a pela mão, e ela se levantou” (Mateus 9:25 NTLH).
    Depois de um dia de ensino, “Jesus deixou a multidão e voltou para casa” (Mateus 13:36 NTLH).
    Apesar de estar rodeado por possivelmente vinte mil fãs, ele os despediu: “Então Jesus mandou o povo embora” (Mateus 15:39 NTLH).
    Cristo repetidamente escapava do barulho da multidão a fim de ouvir a voz de Deus.
    Ele resistiu à contra corrente do povo ancorando à rocha do seu propósito: usando sua singularidade (“pregar… noutras cidades também”) para demonstrar a importância de Deus (“o reino de Deus) em todos os lugares que ele pudesse.
    E você não está feliz por ele o ter feito? Suponha que ele tivesse atendido à multidão e montado acampamento em Cafarnaum, raciocinando, “Eu achava que o mundo todo fosse meu alvo e a cruz meu destino. Mas a cidade inteira me diz para ficar em Cafarnaum. Podem todas estas pessoas estar erradas?”
    Sim elas podem! Em oposição à multidão, Jesus virou as costas ao pastorado em Cafarnaum e seguiu a vontade de Deus. Fazer isto significava deixar alguns doentes sem cura e alguns confusos sem ensino. Ele disse não às coisas boas para que ele pudesse dizer sim à coisa certa: seu chamado sem igual.
    Não é uma escolha fácil para qualquer um.
    Pode ser que Deus queira que você saia de sua Cafarnaum, mas você está ficando. Ou pode ser que ele queira que você fique, mas você está saindo. Como você pode saber a menos que você silencie a multidão e se encontre com Jesus em um lugar deserto?
    “Deserto” não necessariamente significa desolado, apenas quieto. Simplesmente um lugar para o qual você, como Jesus, vai. “Ao romper do dia, Jesus foi” (Lucas 4:42). “Ir” pressupõe uma decisão da parte de Jesus. “Eu preciso ir embora. Pensar. Refletir. Remapear o meu curso”. Ele determinava o tempo, escolhia um lugar. Com determinação, ele apertava o botão de pausa na sua vida.
    O diabo implanta taxímetros nos nossos cérebros. Nós ouvimos o implacável tic, tic, tic nos dizendo para correr, correr, correr, tempo é dinheiro… culminando neste borrão que ruge chamado raça humana.
    Mas Jesus ficava contra a maré, contrariando com estas palavras: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso” (Mateus 11:28). Siga o exemplo de Jesus, que “retirava-se para lugares solitários, e orava” (Lucas 5:16).
    Deus descansou depois de seis dias de trabalho e o mundo não entrou em colapso. O que nos faz pensar que isso acontecerá se nós descansarmos? (Ou temos medo de que isso não aconteça?)
    Siga Jesus para o deserto. Mil e uma vozes gritarão como macacos em bananeiras dizendo para você não ir. Ignore-as. Atenda-o. Deixe seu trabalho. Contemple o dele. Aceite o convite do seu Criador: “Venham comigo para um lugar deserto e descansem um pouco” (Marcos 6:31).
    E enquanto você estiver lá, aprecie algumas amoras.
    Autor: Max Lucado
    Fonte: Irmãos

    Rei Davi: Para se casar com Mical, Davi terá que trazer 100 prepúcios de filisteus

    Saul desafia o jovem para que ele não consiga cumprir e assim perca o trato


    Rei Davi: Para se casar com Mical, Davi terá que trazer 100 prepúcios de filisteus
    Nesta terça-feira, 7, a Rede Record vai transmitir o quinto capítulo da minissérie “Rei Davi’ que vai mostrar o desafio proposto por Saul para que Davi possa se casar com uma de suas filhas.
    Na semana passada a trama de Viviane de Oliveira começou a mostrar que o rei dos hebreus se sentiu ameaçado com a popularidade de Davi mesmo sem saber que ele foi ungido por Samuel para ser seu sucessor.
    Para poder se casar com uma das filhas do rei, Davi terá que vencer um desafio, mas Saul não acredita que o jovem poderá voltar com vida. Quando Davi retorna o rei fica apavorado, mas já tinha dado sua filha Merabe em casamento e Davi terá que se casar com Mical.
    Mas para que ele consiga esse prêmio terá que trazer 100 prepúcios de filisteus, o rei não acredita que o jovem poderá cumprir esse desafio e Mical fica temerosa.
    A autora da minissérie bíblica aposta em cenas de romantismo e brigas para chamar a atenção do público brasileiro, essa prática tem dado resultados já que nos outros episódios a emissora ligada à Igreja Universal do Reino de Deus teve bons resultados no Ibope.
    Edson Spinello dirige a trama que tem 29 capítulos que custaram cerca de R$ 25 milhões aos cofres da emissora. Essa é a terceira minissérie com tema bíblico produzida pela Record, todas tiveram grande receptividade por parte da audiência. “Rei Davi” é transmitida todas as terças e quintas-feiras a partir das 23h.

    Fonte: gospelprime

    Pastores poetas, cantores na Globo, líderes na TV – e o evangelho onde está?

    Pastores poetas, cantores na Globo, líderes na TV – e o evangelho onde está?

    Inúmeros comentários têm sido gerados por causa da participação de alguns pastores, lideres e cantores em diversos segmentos da mídia....
    Pastores poetas, cantores na Globo, líderes na TV – e o evangelho onde está?
    Inúmeros comentários têm sido gerados por causa da participação de alguns pastores, lideres e cantores em diversos segmentos da mídia. De modo que, em primeiro momento não censuro a participação da igreja em diversos meios de comunicação, pelo contrário, e é exatamente pelo fato de acreditar que a missão da igreja é de pregar o Evangelho de Jesus, que lamento quando vejo alguns cantores e lideres tendo a oportunidade de falar da mensagem de Jesus, ficarem poetizando, cantando ecumenicamente e falando de tudo, menos do Evangelho nos principais canais de televisão.
    Quero acreditar que estes líderes e cantores não entenderam de fato o que é a mensagem e a missão da Igreja – podendo apenas nesta hora ser conhecidos como evangélicos de sucesso, mas infelizmente desprovidos de evangelho. Prefiro acreditar assim, para não pensar que estão negociando ou anulando a mensagem que eles conhecem e sabem que devem pregar – pois sendo assim, em algum momento terão que esclarecer a omissão diante de Deus.
    O objetivo não é julgar, mas apenas expressar minha tristeza em acompanhar pastores falando de poemas de Chico Buarque, Carlos Drummond de Andrade ou cantores evangélicos oferecendo melodias ecumênicas que transmite apenas uma “mensagem positiva”, enquanto que, poderiam falar para o Brasil que todos pecaram e por isto o mundo geme, sofre e colhem diariamente os frutos da morte, anunciar que todos estão debaixo da ira de Deus, mas que, a boa noticia é que Deus estava em Cristo Jesus reconciliando o mundo.
    O homem pós-moderno precisa saber que o Evangelho não é poesia ou uma mensagem positiva, mas é o poder de Deus para salvação – procure fazer poesia olhando para Cruz e vendo o Justo ensanguentado, enquanto os espinhos inflamam sua cabeça, os pregos rasgam suas mãos, os açoites dilaceram o seu corpo, pessoas cospem no seu rosto, sacerdotes blasfemam do seu nome, e por fim, o Pai vira o rosto por casa do pecado que recaiu sobre Ele – certamente diante desta mensagem nenhum mortal consegue fazer poesia, ou filosofar, mas a reação é de arrependimento, angustia, lamento e gratidão pelo sofrimento e sacrifício de Jesus para salvar o homem do pecado e do juízo eterno.
    Agora, o que falar de pregadores que se auto intitulam como poetas pós-modernos, num momento em que se cumpre a palavra que diz – “E salvai alguns com temor, arrebatando-os do fogo…” Jd.
    As pessoas estão caminhando para o inferno e alguns pregadores estão falando de prosperidade material e poesia. Milhares de indivíduos estão recebendo o salário do pecado – a morte, enquanto que, cantores gospel estão diante de milhões de pessoas cantando no calderão do huck sobre o “som pro verão”, “ o happy day”, e outras canções que falam alguma coisa, mas não comunicam o evangelho.
    A urgência de se pregar a mensagem do evangelho pode ser medida, somente quando se entende o significado do que é uma alma separada de Deus e condenada eternamente ao inferno. De modo que, ou a igreja (representada por esses cantores e lideranças) não está entendendo a urgência da mensagem, ou estão tão embriagados com o vinho da fama e do sucesso, que já perderam a essência do chamado e da vontade de Deus.

    Adão ou a macacada?

    Recentemente fui interpelado por um irmão com a seguinte pergunta: “ – Um crente pode  desacreditar da existência de Adão...
    Adão ou a macacada?
    Recentemente fui interpelado por um irmão com a seguinte pergunta:
    “ – Um crente pode  desacreditar da existência de Adão e Eva?”
    Ao que, ironicamente, de pronto, respondi:
    “- Se não crê no que a Bíblia diz não é “Crente”.
    Muito longe de criar uma celeuma a respeito do assunto neste pequeno espaço que me cabe comentar, preciso dizer que, segundo relatos de uma senhora que cuidou de Charles Darwin em seus últimos dias de vida, (*Lady Hope, de Northfield, Inglaterra) ele próprio, o pai do evolucionismo, lamentou os rumos que suas “Impensadas conclusões, de tempos de imaturidade” tomaram, tornando-se uma “Religião”. Sim, a ciência é a Religião dos Céticos.
    A ciência é uma religião quando postula como verdade somente aquilo que se pode comprovar. Quando condena ao inferno do ostracismo os que não se alinham com seus enunciados, e eleva ao paraíso os que a ela se dobram e servem. A ciência é positivista, ou seja, é preciso ver para crer. Neste quesito conflita com as Santas Escrituras que só se pode conceber sua essência por  aquilo e Aquele que não vimos, embora  sintamos.
    Houve, no século XVII um grande embate filosófico entre dois expoentes da física, filosofia e matemática: Blaise Pascal e Rennè Descartes. Descartes dizia:
    “ – É impossível comprovar a existência de Deus por meio dos sentidos, pois estes nos enganam, são passíveis de influência emocional.”
    Pascal refutou dizendo:
    – É impossível comprovar a existência de Deus fora de nossos sentidos, pois estes são as portas de acesso a toda experiência humana.”
    Voltando ao ponto, crer em Adão e Eva é  mais “racional” do que posicionar-se, em nome de uma falsa ciência, ao lado daqueles que postulam nossa ascendência símia, nada contra a espécie!
    Conjecturar que, de sistemas simples (amebas), evoluímos para outros mais complexos, contradizem leis da própria física, notadamente da termodinâmica que declara:
    Todos os sistemas complexos tendem a tornar-se mais simples ao longo do tempo” (Taylor, Paul. Evolucion versus a basic Law of nature).
    Infelizmente muitos cristãos já foram enfeitiçados pela ciência e pelo materialismo. Não tem mais sensibilidade espiritual, não lêem a Palavra, ou quando o fazem é para contestá-la. A esses resta o pesar.
    Descrer em Adão e Eva é descrer do próprio Cristo Jesus, como disserta o apóstolo Paulo em Romanos 15.14;19-21 :
    “ (…) No entanto a morte reinou desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão o qual é figura daquele que havia de vir.(…)  Porque, assim como pela desobediência de um só homem muitos foram constituídos pecadores, assim também pela obediência de um muitos serão constituídos justos. Sobreveio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; para que, assim como o pecado veio a reinar na morte, assim também viesse a reinar a graça pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.(…)”
    Descrer em Adão e Eva porque não se tem indícios ou provas visíveis de suas existências é um requisito àqueles que não querem morar com Deus, pois aquilo que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram e nem se concebeu no coração dos homens são exatamente as coisas que o Pai preparou para aqueles que n’Ele crêem e  amam.
    Macacadas à parte, fico com Adão, Eva e tudo o que as Santas Escrituras nos revelam como verdade,  ainda que para a ciência  não passe de um absurdo.

    Lugares altos – Ilustração

    Ilustração para pregação sobre: "Lugares altos"
    Lugares altos – Ilustração
    Um homem foi passear com seu filho e decidiram subir um morro para ver a paisagem.
    O menino, todo animado, saiu na frente, pois queria mostrar ao pai como era forte.
    O caminho, porém, foi-se tornando cada vez mais íngreme e difícil, mas o menino não desistia.
    - Descanse um pouco, filho – aconselhava o homem.
    - Não precisa, pai, eu sou forte – teimava o menino.
    De repente o menino levou um tombo, caiu entre espinhos e, envergonhado, chorou e soluçou bastante.
    O pai o acudiu, tirou seus espinhos, secou suas lágrimas e disse-lhe:
    - Não precisa ficar com vergonha, filho, eu sou seu pai. Eu te amo e vamos juntos até o alto deste morro apreciar uma bela paisagem.
    Foi um dia inesquecível.
    Fonte: Site do Pastor

    A árvore que chorava – Ilustração

    Ilustração para pregação sobre: "A árvore que chorava"
    A árvore que chorava – Ilustração
    Certa vez, quando um dos anjos de Deus saía para iniciar mais um dia de ajuda aos filhos de Deus, escutou um choro sentido vindo de um campo.
    Pensou tratar-se de algum ser humano, mas, ficou surpreso ao ver que quem chorava era uma árvore.
    - Por que choras, dona árvore? perguntou-lhe o anjo.
    - Choro porque mais um dia vai começar, e o meu sofrimento também.
    - E o que a faz sofrer, minha amiga? Será, porventura, o calor do sol?
    - Não, “seu” anjo, o sol me faz bem. O que me faz sofrer são as pessoas. Tanto as grandes quanto as pequenas. Elas jogam pedras em mim o dia inteiro. Não consigo entender, “seu” anjo. Eu faço de tudo para agradá-las, mas, elas continuam me maltratando. A árvore aí ao lado, ó, não produz nada, e ninguém maltrata ela. Mas, eu, que me esforço tanto para produzir frutos deliciosos, só levo cacetada. Por que será que elas não gostam de mim?
    - Ah… então é isso. Você está enganada, dona árvore. As crianças gostam demais de você e dos seus frutos, por isso elas jogam pedras em você: é para pegar seus frutos.
    - Será, “seu” anjo?
    - Tenho certeza, minha amiga. Preste bem atenção, pois esta frase não é minha. É deles, dos próprios seres humanos, e é tão antiga quanto a própria humanidade. Sabe o que eles dizem sobre isso? Eles dizem o seguinte:
    Ninguém joga pedra
    em árvore que não dá fruto.
    Alegre-se minha amiga, se estão jogando pedra em você, é porque você está produzindo alguma coisa boa.

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